WWDC 2026: Cook’s Finale, iOS 27 e novos truques da Siri

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O Apple Park fica às escuras para o grande show de hoje. Cupertino se prepara para mais um ritual anual. Pré-visualizações de software. Às vezes, teasers de hardware. Principalmente código para os nerds, mas o resto de nós se preocupa com as novidades que chegam aos nossos telefones.

Sintonize na segunda-feira, 8 de junho, às 10h, horário do Pacífico. A transmissão chega ao site, Apple TV e YouTube. É provável que Tim Cook suba ao palco. Última vez para o trono de CEO? Provavelmente. Ele deixa o cargo em 1º de setembro. John Ternus assume o cargo assim que o novo iPhone é lançado no outono. 96% dos leitores da CNET acham que Ternus aparece hoje. A Apple nos surpreende muitas vezes, com certeza. Mas o tempo está passando nesta era.

A grande mudança: Siri recebe uma atualização

O iOS passou por aquela reforma do Liquid Glass no ano passado. Elegante. Fosco. Bonito. Mas 2027? Siri muda o jogo. Bloomberg diz que a Apple testou um aplicativo Siri independente. Chega de apenas tocar no botão lateral e esperar que funcione. Um ícone real. Um espaço dedicado. “Pergunte à Siri” pode finalmente significar algo tangível.

Também poderia funcionar como um chatbot de IA. Desenvolvido pelo Google Gemini, talvez? Isso faz sentido. Por que não. Isso significa que a Siri obtém inteligência artificial generativa no iOS 27, macOS e iPadOS. Deixa de ser aquele assistente idiota que pede para confirmar que você quer comprar 3.000 tacos.

O assistente de voz finalmente recebe uma atualização cerebral, não apenas um filtro de voz.

Os recursos da câmera podem participar da festa. Inteligência Visual para fotos. Corte mais inteligente. Melhor contexto. Material padrão para um push de IA.

iOS 27 e a transição para Mac

Apresenta sangramento entre o telefone e o Mac. Sempre acontece. Siri independente? Sim. A Apple Intelligence aprofunda suas raízes.

Aqui está o chute. macOS Tahoe foi a última parada para Macs Intel. macOS 27 assume silício. Sem suporte legado. Isso muda o cenário para desenvolvedores e usuários com laptops antigos. O Apple Silicon não é mais opcional para a experiência mais recente. Boa sorte para quem ainda tem um MacBook Pro 2020.

iPad e Watch: menos clareza, mais esperança

iPadOS 27 é uma caixa misteriosa. Recebemos a nova barra de menu do iPadOS 26, Live Translate e Image Playground no ano passado. Chato, mas funcional. Se o Siri e o Intelligence melhorarem no iOS, o iPad receberá as mesmas vantagens. A lógica dita isso. O ecossistema da Apple funciona assim.

WatchOS? Talvez uma mudança visual. Mark Gurman aponta para um design “ultraleve”. Simples. Relógio grande. Três complicações. Menos desordem no seu pulso. Junho traz as cores do Mês do Orgulho, obviamente. WatchOS 26.5 lança uma nova face de luminância antes do grande lançamento 27. Espere por isso.

Vision Pro e acessibilidade vencem

Nenhum novo fone de ouvido até 2028. Gurman diz. Portanto, os modelos M2 e M5 Vision Pro permanecem. Mas o software avança rapidamente. Cadeiras de rodas com rastreamento ocular? Sim. Legendas via fala no dispositivo? Sim. Gestos faciais para controles? Sim. Dicas de movimento do veículo para impedir a VR enjoada? Aparentemente sim.

A Apple manteve as notícias de software restritas. Os segredos permanecem trancados. Até segunda-feira.

O dobrável que (ainda) não está chegando

Não prenda a respiração por causa de um iPhone Fold. Improvável. A Apple não anuncia hardware tão cedo, a menos que seja forçada.

Mas o iOS 27 pode nos preparar para isso. Circulam rumores sobre uma dobra tipo livro, mais larga que a da Samsung. “iPhone Ultra” ou “iPhone Flip” poderia ser o nome. Bateria maior que a do 17 Pro Max – 5.500 mAh. Preço? Íngreme. US$ 2.000 a US$ 2.500 se chegar em setembro.

Os recursos do software irão sugerir isso primeiro. Layouts adaptativos. Consciência da dobradiça. Então o metal segue.